TRÊS AGENTES PENITENCIÁRIOS SÃO PRESOS EM MINAS: LAGOA SANTA, BETIM E NEVES.


Em menos de uma semana, três agentes penitenciários foram flagrados facilitando a entrada de drogas e celulares em presídios. No início da semana, um deles - que trabalhava no Presídio de Lagoa Santa - foi preso por tráfico de drogas. Ele fazia a escolta de detentos na hora da prisão. O profissional, contratado em 2006, é suspeito de entregar drogas nas celas. 

Na semana passada, outro foi preso porque supostamente facilitava a entrada de celulares no Ceresp Betim. No mesmo dia, um agente da Penitenciária José Maria Alkimin, em Ribeirão das Neves, tentou entrar com celulares e maconha na unidade. Os próprios colegas de trabalho denunciaram o funcionário corrupto. 

O subsecretário de administração penitenciária, Murilo Andrade de Oliveira, afirma que estão intensificando o trabalho no setor inteligência para coibir a ilicitude dos funcionários públicos.

Em Minas, são 16 mil profissionais trabalhando em vários presídios do Estado. Eles fazem a guarda e escolta de detentos. Desse total, 12 mil são contratados. Há previsão de um concurso público com 3.400 vagas.

O agente penitenciário flagrado numa atividade ilegal, além de preso, responde a processo administrativo. Ele perde o contrato e em caso de ser concursado, é exonerado do cargo. Para evitar novos casos, a Subsecretaria de Administração Prisional vai tornar mais rígido o processo de investigação da vida do agente.

Funcionários da segurança pública envolvidos em crimes não são raros, fato que deixa a população assustada.

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