Presidente da COPASA fala sobre crise hídrica.

18h30 - Antes de finalizar a coletiva de imprensa, a presidente da Copasa, Sinara Meireles, disse que existe um plano de investimento e que o governo de Minas deve buscar recursos junto ao governo federal, mas que o programa ainda está sendo avaliado. Questionada se haverá implantação de rodízio e multa, a presidente disse que são medidas que a Copasa gostaria de evitar, e que, por isso, conta com a colaboração da população para conter o desperdício. "A população de Minas será sensível e aberta com o que estamos colocando. Não queremos aplicar multas e ações que dificultem a população. Faremos em último caso. Temos que ter o compromisso de fazer a redução da água. Se todo mundo continuar gastando o que estamos gastando, em quatro meses já não teremos mais nada. É preciso racionar a água", concluiu.

18h20 - A presidente da Copasa admitiu que podem ser solicitadas redução de consumo de água em algumas empresas e indústrias situadas na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ela explicou, no entanto, que esta redução não precisa estar ligada ao faturamento, mas a uma mudança de postura e remanejamento interno. "Não estamos preocupados em multar, queremos economizar 30%", finalizou.

18h15 - Em janeiro do ano passado, 78% da água estava armazenada nos reservatórios do Estado. Hoje, o índice caiu para 30%. A captação do Rio das Velhas está em 8.85 metros cúbicos por segundo, hoje, de acordo com a presidente da Copasa. No mesmo período do ano passado, o rio tinha 14 metros cúbicos de vazão.


18h - Segundo o diretor de operação metropolitana da Copasa,Rômulo Thomas Perlli, tendo em vista a situação crítica no estado, a companhia já prepara programas para o racionamento, “se a campanha para a redução de consumo espontâneo de 30 % não se concretizar e o período chuvoso continuar ruim”. 


17h50 - "Estamos trabalhando com o pior cenário e uma série de fatores podem intervir para que haja racionamento: se não chover, se o consumo continuar alto, se as obras que estão previstas não forem concluídas, estamos trabalhando com uma ideia de racionamento em três a quatro meses. Talvez a principal preocupação. Se chover, nós felizmente vamos rever a nossa ação, mas vamos trabalhar com o regime de chuvas igual ou pior que 2014", alerta a presidente da Copasa, Sinara Meireles.

17h45 - Segundo Sinara, 31 dos 34 municípios da Grande BH estão em situação crítica devido à seca que atinge o estado. “Já temos problemas de desabastecimento, por causa de bombas, adutoras e diversos outros fatores. No restante do estado, pelo menos três municípios, que ficam no Norte e Sudoeste, estão em situação crítica”, explica a presidente da Copasa. 

17h32 - “Não estamos descartando o racionamento, nem a implementação de mecanismos tarifários, como multa, ou taxa para os consumidores”, declarou a presidente da Copasa. "Queremos evitar a todo custo a utilização deste recurso, mas não descartamos por causa da situação em que nos encontramos", disse. 

17h30 - Questionada sobre a possibilidade de racionamento de água em algumas cidades de Minas, a presidente da Copasa afirmou que “existe a lei de resíduos sólidos, que traz a possibilidade de que autoridades em gestão de recursos hídricos declarem a situação crirtica de escassez”. “Quem tem competência para isso é o Igam”, afirmou Sinara. Segundo ela, o que a companhia tem feito é encaminhar ao órgão um conjunto de informações que demonstrem a situação em várias regiões que correm o risco de ficar sem abastecimento. 


João Henrique do Vale/EM/D.A.Press



17h20 - "Precisamos neste momento conclamar a população de Minas Gerais para economizar água. Precisamos ter um pacto para viver este período. Temos de agir de foram coordenada. A região metropolitana de BH é que nos preocupa, pelo número de pessoas, mas há outros municípios que têm ligação com a Copasa e também estão em situação crítica", afirma Sinara. 

17h15 - "A situação é realmente muito preocupante, o que nos fez preparar um relatório conjunto com Pimental e trazer para vocês as informações que priorizem medidas desta nova administração com o estado", disse a presidente Sinara no início da coletiva.

17h13 - Os diretores entram no salão e se dirigem à mesa.

17h10 - Estarão presentes na coletiva, além da presidente da Copasa, outras oito pessoas ligadas a diretoria da empresa. 



João Henrique do Vale/EM/D.A.Press



16h52 - Jornalistas e cinegrafistas começam a chegar no auditório da Copasa, localizado na sede da empresa, no Bairro Santo Antonio, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. A presidente da companhia, Sinara Inácio Meireles Chenna, concederá entrevista em instantes. Ela deve apresentar o diagnóstico sobre a situação do abastecimento de água em Minas Gerais. 

16h50 - Com a seca prolongada, os reservatórios que abastecem Belo Horizonte e a região metropolitana estão cada vez mais vazios. O terceiro maior deles, Serra Azul, responsável pelo fornecimento de 8% da água da capital, está com apenas 5,93% do seu volume ou menos de um quinto do que havia em janeiro do ano passado (51,66%). Rio Manso, o segundo principal, despencou de 95% para 45%, e Várzea das Flores registrou queda de 68% para 29%.


João Henrique do Vale/EM/D.A.Press



16h47 - A seca prolongada que atinge Minas Gerais e já provoca a escassez de recursos hídricos e redução do volume de água dos reservatórios que abastecem cidades de várias regiões do estado – inclusive em Belo Horizonte e região metropolitana – levou o governo do estado a anunciar medidas emergenciais para conter o consumo. Em coletiva de imprensa convocada para a tarde desta quinta-feira, a presidente da Copasa, Sinara Meireles, vai divulgar um conjunto de medidas emergenciais e deve chamar a atenção dos mineiros para economizar água e evitar o desperdício. Acompanhe a cobertura em tempo real. 

Fonte: EM
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